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Comunidade Apurinã reivindica antigo imóvel da FUNASA para sediar associação

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Cacique Luiz Carlos Apurinã

A comunidade indígena da aldeia Mawnath da etnia Apurinã através de suas lideranças estão buscando junto às autoridades locais o apoio para conseguirem a doação do imóvel da Funasa localizado na Rua Martin Lutero no bairro Liberdade. A intenção da comunidade é usar o local para a sede da Associação Nunerimanê do Povo Apurinã de Rondônia que hoje se encontras localizada no distrito do Riozinho.

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O imóvel se encontra abandonado a vários anos

Segundo o cacique Luiz Carlos Apurinã o objetivo da comunidade é fazer do local a sede da associação, assim como um ponto de apoio para os parentes indígenas das várias etnias que utilizam Espigão do Oeste como um corredor para se deslocarem a outros centros. Luiz Carlos afirmou ainda que o local seja apropriado e por ter bastante espaço físico, a ideia é colocar um entreposto aonde possam comercializar os artesanatos indígenas assim como os produtos da lavoura que são plantados e colhidos na aldeia.
Segundo o cacique hoje a aldeia Mawnath produz a pupunha, mandioca, feijão, abóboras, bananas, milho, abacaxi, farinha entre outros produtos que são comercializados de maneira errante no comércio local. “Se a comunidade pudesse dispor de um local apropriado para a comercialização de nossos produtos seria muito melhor”. Afirmou o líder Apurinã que tem buscado angariar o apoio das autoridades municipais para esse pleito da comunidade. O local reivindicado pela comunidade Apurinã é uma antiga construção que servia aos propósitos da Funasa.
Com a paralisação das atividades da Funasa do local, as dependências ficaram abandonadas pelo poder público e servindo apenas para as ações de vândalos que buscam aquele lugar para o consumo de drogas e praticar atos ilícitos. A cedencia das instalações a associação Nunerimanê seria uma maneira de acabar com esse problema social que afeta os vizinhos e a própria sociedade. Uma vez que ao utilizar o local o mesmo será mantido limpo e sem o risco de ser invadido por pessoas mal intencionadas.

Fonte: Luizinho Carvalho/Sociólogo

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