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Nazif participa de protesto em apoio ao movimento de transposição dos servidores de RO

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Mauro Nazif participou na manhã da última sexta-feira 07, de um protesto em favor dos servidores do ex-Território de Rondônia, em frente ao Centro Político Administrativo (CPA), em Porto Velho, Rondônia. A movimentação reuniu servidores de diversos segmentos.

Durante sua fala, Nazif ressaltou que está na luta da transposição há 20 anos, e elencou os pontos que está pleiteando junto ao Ministério da Economia atualmente.

“A questão dos aposentados e pensionistas, que tem direito a 100% da transposição, NI para NA, a questão dos cinco anos, o APO, pessoal do administrativo, planejamento e orçamentário, que são contemplados pelo artigo 29º, a polícia civil que está no artigo 6º, os policiais militares que saíram na época sem direito a justa causa, os professores leigos, os 317 professores que lá atrás passaram para o quadro da União, depois judicialmente foram devolvidos para o Estado e as empresas: Ceron, Caerd, Beron, Emater e outras”.

Mauro falou sobre todas as reuniões feitas durante o ano de 2019 com o presidente da comissão da transposição, Jamison França. “Tivemos diversas tratativas fortes, item por item, e a resposta da comissão era sempre a mesma, que iria mandar nota técnica para a Consultoria Jurídica do Ministério (Conjur), para que houvesse manifestação sobre cada ponto. No final do ano, soube de uma reunião na Conjur, no Ministério da Economia, eu não fui convidado, mas fui. Ao chegar, estavam lá a Conjur e o presidente da comissão, pela primeira vez frente a frente e representantes de servidores de outros Estados. Logo questionei sobre todos os itens das reuniões na comissão e a Conjur disse nunca ter sido estimulada nesse sentido, sendo que todos eles foram entregues ao presidente da comissão e ele sempre disse que encaminharia para a Conjur. Apenas dois itens foram encaminhados a Conjur para emissão de parecer, a questão do Art. 6º e o art. 29º”.

“Eles enganaram e mentiram para nós um ano. Até hoje, não recebemos nada. A partir daquele momento, eu disse ao presidente da comissão que nosso tratamento seria diferente, e essa é uma luta que agora mais do que nunca não abro mão”, encerrou Nazif.

Protesto aconteceu em Porto Velho / Foto: Divulgação
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