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ONG realiza exames rápidos de HIV sem agulha em Vilhena, RO

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Teste do fluído oral não coleta sangue e resultado sai em 15 minutos.
Cerca de 400 pessoas foram diagnosticadas com HIV no Cone Sul, diz ONG.

dsc_0751A Organização Não Governamental (ONG) Beija Flor tem realizado exames de HIV gratuito em escolas e presídios na cidade de Vilhena (RO), no Cone Sul, até o dia 30 de junho. A ação é uma parceria com o Ministério da Saúde que disponibilizou mil kits do fluído oral, método capaz de diagnosticar o vírus em 15 minutos sem a necessidade da coleta de sangue.

Na campanha, voluntários falam sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e AIDS, e orientam a realização do teste. O ato não é obrigatório, e ao optar por fazer o exame, a amostra permanece em sigilo e somente o paciente poderá ter acesso ao resultado.

Conforme a ONG, existe cerca de 400 pessoas diagnosticadas com o vírus na região do Cone Sul. Em 2010, o número em Vilhena chegava a 236, segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

No segundo semestre do ano, a iniciativa do grupo Beija Flor deve atender empresas, comércios e, possivelmente, outras cidades do município. “Com esse processo de conscientização e exames, a gente tem esperança de que os números baixem, em especial em Vilhena,” diz Rafael Reis, presidente da ONG.

Entenda o teste
O teste oral já está disponível na rede pública de saúde e em farmácias de todo o país. “É tão prático que pode ser executado em qualquer lugar sem precisar de laboratório ou profissional”, explica Reis.

Antes de o paciente realizá-lo, é necessário que ele evite durante 30 minutos qualquer atividade oral que deixe resíduos como ingerir água ou alimento. Também é preciso que as mulheres retirem o batom.

Com uma haste, que tem um algodão na ponta, o indivíduo simula o ato de escovar os dentes durante alguns segundos passando o objeto entre a gengiva e o começo da mucosa da bochecha. Depois que o material é extraído, o fluído coletado recebe um reagente químico e em poucos minutos sai o resultado.

Se der positivo, é realizado um segundo teste. Se o diagnóstico confirmar, os profissionais de saúde recomendam para que seja feito o tratamento ati-retroviral, que conta com medicamentos que impedem o desenvolvimento da doença.

FONTE;G1/RO

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